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ORVIX Agroquímica
VIX Classe A · Organominerais premium

Três produtos para três momentos da lavoura

A linha VIX Classe A reúne bio-fermentação, L-aminoácidos livres em forma levógira e extrato de algas em fertilizantes organominerais que acionam a fisiologia no ponto exato do ciclo. Enraizamento, crescimento vegetativo e recuperação de estresse têm exigências bioquímicas distintas, e é por isso que cada estádio recebe uma formulação própria.

A tecnologia

O que existe dentro de um organomineral Classe A

Classe A é a categoria de fertilizante organomineral cuja matéria-prima orgânica tem origem controlada e sem contaminantes de risco. Na linha VIX Classe A, essa fração orgânica vem de um processo fermentativo, e é ela que carrega a maquinaria bioativa que diferencia a linha de uma adubação foliar convencional.

01

Bio-fermentação

A rota que entrega a molécula pronta

A fração orgânica e aminoácida da linha tem origem em resíduo da fabricação de aminoácidos, um processo fermentativo conduzido por microrganismos. Diferente da hidrólise química ácida, que trabalha a proteína com calor e ácido forte, a rota fermentativa preserva a configuração original das moléculas e entrega aminoácidos na forma biologicamente ativa. Por ser um processo biológico, leves variações de coloração entre lotes acontecem sem qualquer prejuízo técnico.

02

L-aminoácidos livres em forma levógira

A única configuração que o ribossomo reconhece

Aminoácidos existem em duas formas especulares, a levógira e a dextrógira. Somente a levógira é reconhecida pela maquinaria ribossomal da planta, o que significa que apenas ela entra direto na cadeia polipeptídica. Fornecer o L-aminoácido livre elimina a etapa cara de reduzir nitrato a nitrito, nitrito a amônio e incorporar o amônio a esqueletos de carbono, sequência que consome poder redutor, ATP e carbono do ciclo de Krebs em cada passo.

03

Extrato de algas

Uma matriz bioativa, não uma molécula isolada

O extrato de algas carrega e estimula citocininas e auxinas, modulando o balanço hormonal que rege a divisão celular e a arquitetura da raiz. Suas betaínas, poliaminas e o manitol atuam como osmoprotetores, sustentam o turgor sob déficit hídrico e estabilizam membranas e o fotossistema II. Sob estresse, a matriz algal modula a via do ácido abscísico e regula positivamente o sistema antioxidante da planta.

04

Carbono orgânico

A energia que sustenta a absorção

A fração orgânica energiza a rizosfera, serve de substrato à microbiota do solo e sustenta a H+-ATPase de membrana plasmática, a bomba que acidifica a rizosfera e gera os gradientes de prótons que energizam o transporte ativo de íons para dentro da raiz. É um mecanismo bioenergético, e não apenas químico, e é ele que amarra a nutrição mineral à fração orgânica na mesma formulação.

A conta de energia

Por que o aminoácido pronto rende mais que o nitrato

Construir um aminoácido a partir do nitrato absorvido é caro. A planta precisa reduzir o nitrato a nitrito pela nitrato redutase, reduzir o nitrito a amônio pela nitrito redutase e incorporar o amônio em esqueletos de carbono pela via da glutamina sintetase e da glutamato sintase. Cada etapa consome poder redutor, ATP e carbono que poderiam estar sendo usados para crescer.

Fornecer L-aminoácidos livres na forma levógira curto-circuita esse gargalo. O nitrogênio chega pronto, na configuração orgânica que entra direto na cadeia polipeptídica, e a energia poupada fica disponível para alongamento, expansão foliar e formação de estruturas. É o conceito de nitrogênio de baixo custo energético, e ele rende justamente quando a fotossíntese está comprometida e o poder redutor está escasso.

Os hidrolisados proteicos vão além de nutrir: eles sinalizam. Ativam a nitrato redutase, a glutamina sintetase, a glutamato sintase e a H-ATPase de membrana, que energiza o transporte e acidifica a rizosfera. E pelos grupos carboxila e amino, formam quelatos naturais com cátions metálicos, carregando micronutrientes para dentro da célula por sistemas de transporte de aminoácidos, sem competir com os transportadores iônicos saturáveis.

Aminoácidos com função conhecida
L-triptofano
Precursor biossintético direto do ácido indol-3-acético, a auxina que comanda o alongamento celular e a emissão de raízes laterais.
L-glicina
Entra na rota do ácido delta-aminolevulínico, que monta o anel porfirínico da clorofila.
L-ácido glutâmico
Centro do metabolismo de nitrogênio, doador de grupos amino por transaminação e precursor da prolina e do GABA sob estresse.
Aminoácidos sulfurados
Cisteína e metionina sustentam a glutationa, o principal tampão redox da célula, e os centros ferro-enxofre das ferredoxinas.
Momento 01 · Emergência a V2

A raiz construída na janela em que ela ainda é plástica

Enraizamento e vigor inicial
Embalagem do VIX Raiz Alfa

VIX Raiz Alfa

Ficha completa

O desafio agronômico

A produtividade começa nos primeiros dias, quando a plântula depende da reserva do grão e da rizosfera imediata. Cada centímetro de raiz conquistado nessa fase é água acessível em um veranico de janeiro e nutriente capturado antes de descer com a lixiviação.

Nos solos de cerrado, ácidos e com fósforo de baixa mobilidade, a raiz jovem tem dificuldade de alcançar o nutriente fixado a poucos milímetros de distância. Semeaduras em janelas quentes, com oscilação de umidade entre uma chuva e outra, somam estresse logo na emergência. A planta que demora a estruturar a raiz define o teto produtivo para baixo, e essa perda inicial permanece.

A ciência e o modo de ação

A arquitetura radicular é governada por um balanço hormonal fino, em que auxina e citocinina coordenam onde e quanto a raiz vai ramificar. A auxina se acumula em gradiente nas células fundadoras do periciclo e dispara a divisão assimétrica que origina cada raiz lateral. A citocinina modula a densidade e a plasticidade da resposta a um solo heterogêneo.

O VIX Raiz Alfa aciona esse balanço por três frentes que se somam. Os L-aminoácidos livres entregam blocos de proteína prontos e liberam energia para a construção de tecido, com destaque para o L-triptofano, precursor da auxina. O extrato de algas modula a sinalização de citocininas e auxinas, com efeito de promoção radicular. O carbono orgânico energiza a rizosfera e a bomba de prótons que sustenta a absorção ativa de íons.

A versatilidade de via reforça a precisão do posicionamento. Via tratamento de sementes, os bioativos ficam junto ao embrião antes da emergência. Via sulco, o produto se concentra onde a raiz emergente vai crescer. Via foliar, no início vegetativo, alcança a plântula no pico de plasticidade do sistema radicular.

Garantias e formulação
Nitrogênio (N) solúvel em água5%
Enxofre (S) total1%
Enxofre (S) como SO₄1%
Carbono Orgânico Total8%
L-aminoácidos livres10,4%
Extrato de algas7%
Polióis3,2%
Condutividade elétrica18,56 mS/cm
Densidade1,21 g/mL
Registro MAPASP004023-1.000001
Embalagens5 L e 20 L
Como e quando usar
CulturaTratamento de sementesVia sulcoVia foliarÉpoca foliar
Soja3 mL/kg de semente250 mL/ha250 mL/haaté V2
Milho8 a 12 mL/kg de semente250 mL/ha250 mL/haaté V2
Algodão8 mL/kg de semente250 mL/ha250 mL/haaté V2
Feijão3 mL/kg de semente250 mL/ha250 mL/haaté V2

A maior relação soluto por solvente é de 120 g/L. No tratamento de sementes, busque distribuição homogênea e observe a ordem de aplicação dos demais produtos da calda.

Por ser um fluido em suspensão de origem fermentativa, homogeneíze a embalagem antes do preparo da calda. O leve decantado é natural à formulação.

Momento 02 · Estádios V e transição reprodutiva

A genética expressa no período em que a planta constrói o teto

Crescimento e arquitetura produtiva
Embalagem do VIX Estruturalle

VIX Estruturalle

Ficha completa

O desafio agronômico

A fase vegetativa define grande parte do teto produtivo e é também o período de maior exposição. Radiação intensa, oscilação térmica entre dia e noite, veranicos em pleno alongamento e a sucessão de aplicações do manejo fitossanitário cobram energia da planta ao mesmo tempo.

Todos esses fatores convergem para o mesmo ponto, o estresse oxidativo. Quando a radiação excede a capacidade de uso da luz, quando o estômato fecha sob déficit hídrico e a fixação de CO₂ cai, o metabolismo gera espécies reativas de oxigênio em velocidade maior do que a planta neutraliza. A folha que deveria produzir açúcar passa a gastar energia se defendendo, e o gasto aparece em entrenó que para de alongar e em estrutura reprodutiva formada aquém do potencial da semente.

A ciência e o modo de ação

Três processos disputam o mesmo recurso escasso na fase vegetativa: construir tecido novo, manter a fábrica fotossintética ativa e se defender da pressão oxidativa. Quando o orçamento energético aperta, é a expressão genética que paga a conta, porque defesa e manutenção têm prioridade fisiológica sobre o crescimento.

O VIX Estruturalle trabalha nos três eixos. Entrega 20% de L-aminoácidos livres, o maior conteúdo da linha, que dispensam a redução do nitrato e liberam energia para alongamento e expansão foliar. Fornece glicina e ácido glutâmico, precursores da clorofila, e triptofano, precursor da auxina. Com 10% de extrato de algas, sustenta as citocininas que retardam a senescência foliar e as betaínas que mantêm o turgor e estabilizam o fotossistema II.

O par nitrogênio e enxofre completa o desenho. O enxofre é estrutural na cisteína e na metionina, é componente da glutationa e dos centros ferro-enxofre das ferredoxinas. Sem enxofre, o nitrogênio absorvido se acumula sem virar proteína, e a defesa antioxidante perde um pilar. Com Carbono Orgânico Total de 11%, o maior da linha, a formulação abastece a defesa enzimática de superóxido dismutase e catalase e mantém a expressão genética liberada para se manifestar.

Garantias e formulação
Nitrogênio (N) solúvel em água4,5% (54,45 g/L)
Enxofre (S) total1,5% (18,15 g/L)
Enxofre (S) como SO₄1,5% (18,15 g/L)
Carbono Orgânico Total11,0% (133,10 g/L)
L-aminoácidos livres20%
Extrato de algas10%
Polióis2%
Agente acidificante0,6%
Densidade1,21 g/mL
Registro MAPASP004023-1.000073
Embalagens5 L e 20 L
Como e quando usar
CulturaDoseÉpoca de aplicação
Soja500 a 1000 mL/haV4 e R1
Milho500 a 1000 mL/haV4 e VT
Algodão500 a 1000 mL/haV4, B1, F1 e C1
Feijão500 a 1000 mL/haV4 e R1

A escolha da dose dentro da faixa acompanha a pressão de estresse esperada e o nível de manejo. No milho, a aplicação em V4 alcança a planta enquanto ela define o número de fileiras de grãos no primórdio da espiga.

Por ser um fluido em suspensão de origem fermentativa, homogeneíze a embalagem antes do preparo da calda. O leve decantado é natural à formulação.

Momento 03 · Janela de risco climático

A planta preparada antes do estresse chegar

Preparo e recuperação de estresse
Embalagem do VIX Stop Stress

VIX Stop Stress

Ficha completa

O desafio agronômico

A janela de maior potencial produtivo coincide com os momentos em que a planta está mais exposta. O veranico em pleno período vegetativo, a sequência de dias acima de 35 graus durante o florescimento, a radiação intensa do meio-dia no cerrado: cada evento cobra um preço fisiológico que aparece semanas depois, na vagem mal granada ou na espiga com falhas.

O estresse abiótico age muito antes de qualquer sintoma visível. Quando o solo seca e a temperatura sobe, a planta fecha os estômatos para conservar água, o que reduz a entrada de gás carbônico e derruba a fotossíntese. Com menos açúcar produzido, crescimento, redução de nitrato e enchimento de grãos passam a disputar o mesmo orçamento energético escasso.

A ciência e o modo de ação

O conceito do VIX Stop Stress é fornecer, no momento certo, as moléculas que a planta gastaria muita energia para produzir justamente quando essa energia está em falta. Os L-aminoácidos livres entram como nitrogênio de baixo custo energético e encurtam o gargalo da redução do nitrato, que fica estrangulado com a fotossíntese contraída.

O extrato de algas atua na via do ácido abscísico, o hormônio mestre do estresse hídrico. Ele favorece o fechamento estomático parcial, que economiza água sem colapsar a fotossíntese, e estimula o sistema antioxidante, com aumento de superóxido dismutase e catalase, que neutralizam as espécies reativas de oxigênio antes que elas alcancem membranas e clorofila.

O elo que une tudo são os osmólitos compatíveis: prolina, glicina betaína, manitol e GABA. São moléculas pequenas e neutras que a planta acumula em alta concentração no citoplasma sem perturbar o metabolismo. A prolina é o caso mais notável, porque sequestra oxigênio singlete e radical hidroxila ao mesmo tempo em que estabiliza proteínas, DNA e membranas. A glicina betaína protege o complexo da Rubisco e o ciclo de reparo do fotossistema II. Com precursores e sinais prontos, a planta monta essa linha de defesa em horas, e não em dias.

Garantias e formulação
Carbono Orgânico Total10%
Nitrogênio (N)6,5%
Enxofre (S)4,5%
L-aminoácidos livres em forma levógiraaproximadamente 10%
Extrato de algaspresente na formulação
Densidade1,21
pH5,5 a 7,0
Embalagem20 L
Como e quando usar
CulturaDoseAplicações
Algodão0,3 a 0,5 L/ha2 aplicações
Milho1 a 2 L/haconforme a janela de estresse
Soja1 a 2 L/haV5 e R1
Feijão1 a 2 L/haV5 e R1

As garantias do VIX Stop Stress vêm da ficha de catálogo e seguem em confirmação com o rótulo oficial vigente. Em caso de divergência, vale sempre o rótulo do produto adquirido. As doses acima são fiéis ao rótulo.

Por ser um fluido em suspensão de origem fermentativa, homogeneíze a embalagem antes do preparo da calda. O leve decantado é natural à formulação.

Programa da linha

Como os três produtos se encadeiam no ciclo

A leitura por estádio fenológico é o que dá coerência à linha. Cada produto entra na janela em que a fisiologia que ele aciona ainda tem plasticidade para responder, sempre em parceria com o manejo do campo e com a recomendação do responsável técnico.

CulturaEnraizamentoVegetativo e transiçãoJanela de estresse
SojaRaiz Alfa até V2, semente, sulco ou foliarEstruturalle em V4 e R1Stop Stress em V5 e R1
MilhoRaiz Alfa até V2, semente, sulco ou foliarEstruturalle em V4 e VTStop Stress conforme a janela de estresse
AlgodãoRaiz Alfa até V2, semente, sulco ou foliarEstruturalle em V4, B1, F1 e C1Stop Stress em 2 aplicações
FeijãoRaiz Alfa até V2, semente, sulco ou foliarEstruturalle em V4 e R1Stop Stress em V5 e R1

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